SINPRO-PE | SINDICATO DOS PROFESSORES DO ESTADO DE PERNAMBUCO

SINPRO PERNAMBUCO REÚNE COM SINEPE PARA TRATAR DAS PARALISAÇÕES NAS ESCOLAS PARTICULARES

Na tarde desta terça-feira (17), a comissão de negociação do Sinpro Pernambuco reuniu-se com o sindicato patronal, para tratarem sobre os possíveis efeitos acerca da suspensão temporária das aulas nas escolas particulares em Pernambuco, em virtude da proliferação do coronavírus. No Recife, a prefeitura emitiu a suspensão das atividades pedagógicas nas escolas, entre os dias 18 e 31 de março.

E mediante o quadro apresentado pelas autoridades sanitárias, os sindicatos apresentaram suas considerações acerca das possíveis implicações existentes com a paralisação das aulas. Na ocasião, ambas entidades avaliaram a justa motivação que levou a suspensão das atividades escolares e deliberaram pela construção de uma mesa permanente de negociação, para assim, julgarem as consequências desse momento de forma contínua.

Como deliberação dessa primeira reunião, as entidades sindicais apontaram uma opinião conjunta sobre o período de paralisação, entendendo que, por ora, não caberia a necessidade de férias antecipadas, e que esses primeiros dias sem aulas, será reposto a partir do mês de janeiro, de 2021, no período de recesso escolar.

E para orientar a comunidade escolar, as entidades sindicais construíram uma nota conjunta, orientando as escolas particulares nos seguintes pontos:

  1. As entidades sindicais – Sinpro Pernambuco e Sinepe – iniciaram as discussões sobre a paralisação temporária das aulas nas escolas particulares em Pernambuco, a partir de uma mesa permanente de negociação;
  2. Cumprindo as determinações das autoridades sanitárias, todas as escolas particulares da educação básica no estado suspenderão suas atividades letivas regulares, com a consequente suspensão das atividades docentes, no período de 18 a 31 de março;
  3. Desde já, fica proposta, para constar na próxima convenção/ dissídio coletivo da categoria, a compensação desses dias letivos para o período de 2 a 15 de janeiro de 2021;
  4. A possibilidade de antecipação das férias, caso perdurem as paralisações das aulas, voltará à mesa de negociação a partir de 1º de abril;
  5. Ficou proposta, também, a prorrogação, por tempo indeterminado, da Convenção Coletiva celebrada entre as partes para o período 2019-2020.

Dessa maneira, ficam assim, suspensas as aulas nas escolas particulares em Pernambuco, não cabendo as unidades escolares convocarem os professores e professoras para o cumprimento de atividades, uma vez que, tal período será compensado posteriormente.

 

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