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CÂMARA FEDERAL APROVA NOVO ENSINO MÉDIO

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Após votação, a Câmara dos Deputados, na última terça-feira (09), rejeitou as proposições apresentadas pelo Senado Federal acerca das mudanças para o Ensino Médio e aprovou o texto final, que agora segue para sanção presidencial.

O Novo Ensino Médio, aprovado em 2017, pelo governo Temer, desde que surgiu, sofreu fortes críticas de vários setores da sociedade. E, agora, no governo Lula, a questão foi novamente trazida para a pauta do Congresso Nacional e do MEC. Com isso, novas mudanças foram construídas, sobretudo à partir das contribuições trazidas pelas consultas e audiências públicas que trataram sobre o tema, bem como, nas sessões ordinárias das casas legislativas.

E frente a isso, um novo texto circulou no Congresso Nacional, e ontem (09), os deputados aprovaram as novas diretrizes para o Ensino Médio, e que agora seguem para a sanção presidencial. As mudanças serão para as escolas públicas e privadas.

Vejamos o que muda com a aprovação do texto:

Sendo aprovadas as alterações, o Ensino Médio terá uma carga horária maior para as disciplinas tradicionais (português, matemática, história, geografia, biologia, sociologia, filosofia etc.), mas, o ensino da língua espanhola não será obrigatório.

Em cada município terá, pelo menos uma escola, que ofereça o nível de ensino no turno da noite.

A carga horaria total do ensino médio regular será de 3000 horas, nos três anos, sendo 2400 horas para as disciplinas tradicionais e 600 para os itinerários formativos.

E para o ensino técnico, serão destinadas 2100 horas para disciplinas tradicionais, com a possibilidade de até 300 horas dessa formação geral básica serem destinadas ao aprofundamento direcionados à formação profissional. E as demais 900 horas focadas no curso técnico.

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